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Preventiva

  • Tratamento de tornozelo

    Seguimos sempre em busca de saúde, reabilitação e qualidade de vida... Esta é uma das partes inciais do tratamento de tornozelo da Dorandi. Primeiro, começamos com o exercício de movimento de dorsiflexão, em que o principal músculo envolvido é o tibial anterior.

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    Depois, partimos para a estabilização de tornolezo, com o exercício de plantiflexão. Este ajuda a fortalecer os músculos do tornozelo e da panturrilha, o principal músculo envolvido é o gastrocnêmio.

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  • Tratamento de Lombar

    Os discos vertebrais constituem cerca de 1/4 do comprimento da coluna vertebral. Cada disco é constituído por um disco fibroso periférico composto por tecido fibrocartilaginoso e uma substância interna, elástica e macia. Os discos formam fortes articulações, permitem vários movimentos da coluna vertebral e absorvem os impactos. Sendo assim, têm como propósito principal sustentar, distribuir e transmitir as cargas que passam através das vértebras, permitindo a elas certa mobilidade, em conjunto com as facetas articulares.

    Os discos funcionam como verdadeiros amortecedores e apresentam grande influência nas transferências de carga e na postura do paciente. O disco sofre diversas alterações ao longo da vida, e a sua degeneração leva à perda da função normal de mobilidade, pois perde hidratação e torna-se mais rígido e quebradiço. Essa alteração morfológica impede o disco de resistir às tensões e às cargas, gerando instabilidade na coluna.

    A dor de origem discal é chamada Dor Discogênica. As facetas articulares e principalmente a musculatura paravertebral usualmente estão sobrecarregadas e também podem ser fonte de dor, como por exemplo, através da fadiga muscular.

    O tratamento inicializou com medicação efisioterapiapara analgesia. Utilizou-se correntes analgésicas a partir de eletrodos, para começar esta primeira etapa.

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    Em seguida, usou-se o ultrassom que faz com que as moléculas vibrem. Este processo serve para descontraturar, produzindo calor na região afetada e relaxando a musculatura.

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    A partir daí, usou-se luz infravermelha para gerar um calor ainda mais profundo, aquecendo o músculo para remodelá-lo.

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    Após a fase aguda em que o tratamento é diário, nota-se uma melhora nas dores da paciente. É, então, que começa o processo de reforço muscular para aumentar a mobilidade da lombar e prevenir o avanço da doença. Sugere-se: Inclinações, rotações, exercícios que trabalhos o inter e o posterior e movimentos da coluna com a bola no chão. O tratamento de reforço é continuo e varia a quantidade de acordo com cada paciente.

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  • Entorse de tornozelo

    Por Tarciso Santos


    Entorse de tornozelo


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    O tornozelo é uma complexa estrutura que envolve diversas articulações. A compreensão da sua anatomia funcional e da sua biomecânica é o primeiro passo na identificação dos fatores etiológicos da entorse(1). A entorse é um movimento violento, com estiramento ou ruptura de ligamentos de uma articulação. Esta é uma das lesões musculoesqueléticas frequentemente encontradas na população ativa, que geralmente envolve lesão dos ligamentos laterais. Ocorre com maior frequência nos atletas de futebol, basquete e vôlei, correspondendo a cerca de 10% a 15% de todas as lesões do esporte (2). Além destes, as entorses apresentam grande incidência em pessoas jovens (21-30anos), atingindo mais o sexo feminino. Os adultos com pé cavo e as mulheres que costumam usar salto alto também são bastante suscetíveis à lesão(4).

    O reconhecimento do mecanismo de lesão e dos fatores de risco, são determinantes para o esclarecimento do diagnóstico, tratamento apropriado e para a implementação de medidas preventivas(1).

    Geralmente, a entorse de tornozelo ocorre quando uma sobrecarga articular na posição de inversão e flexão plantar. Esta posição reduz a superfície de contato entre o tálus e a tíbia, favorecendo a lesão das estruturas que conferem a estabilidade lateral desta articulação(3).

    A amplitude dos movimentos de flexão plantar e inversão são maiores quando comparadas com a flexão dorsal e eversão do tornozelo(3).

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     Como classificar a entorse de tornozelo?

     

    A classificação de entorse de tornozelo é baseada no exame clínico da área afetada e divide a lesão em três tipos:

    Grau 1- estiramento ligamentar;

    Grau 2- lesão ligamentar parcial;

    Grau 3- lesão ligamentar total.

     

    O quadro clínico encontrado é de dor, com edema localizado na face ântero lateral do tornozelo, hematoma mais evidente após 48 horas e dificuldade para deambular. Quanto mais grave a lesão, mais evidentes ficam os sinais. A associação destes sintomas com o teste da gaveta anterior positivo permite caracterizar uma lesão grau 3 em 96% dos casos.

    O tratamento fisioterapêutico nas lesões dos ligamentos laterais do tornozelo é de suma importância, pois auxilia no processo cicatricial e recuperação dos danos teciduais, diminui o quadro álgico, fazendo com que o indivíduo retorne às suas atividades de vida diária o mais precocemente possível(4).

     

    Referências Bibliográficas

     

    1 - MOREIRA,V.; ANTUNES, F. Entorses do tornozelo: do diagnóstico ao tratamento perspectiva fisiátrica. 2008.

    2 -RODRIGUES, Fábio Lucas and  WAISBERG,Gilberto. Entorse de tornozelo. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2009, vol.55, n.5.

    3 - ZAMPIERI, C. ALMEIDA, G. L. Instabilidade funcional do tornozelo: controle motor e aplicação fisioterapêutica Rev. bras. fisioter. Vol. 7, No. 2 (2003), 101-114.

    4 - ALENCAR, ACILANA; MOURA, LORENA DE SOUZA. Efetividade do tratamento cinesioterapêutico conservador nas lesões dos ligamentos laterais do tornozelo. Universidade Católica de Goiânia, Go, 2003.

     

     

     

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  • Fascite Plantar

    Por Adriano Kruel



    Anatomia do tornozelo


    O pé humano é formado por vinte e seis ossos, onde sete ossos são classificados como do tarso (tálus, calcâneo, cubóide, navicular, cuneiforme medial, cuneiforme intermédio e cuneiforme lateral) cinco como ossos do metatarso (iniciando-se acontagem a partir da face medial; cinco falanges proximais, quatro falanges mediais e cinco falanges distais). Todos esses são interligados por ligamentos entre as articulações e músculos que se aderem aos ossos para proporcionar movimentos diversos, como inversão, eversão, dorsiflexão e flexão plantar, movimentos estes que permitem a locomoção do indivíduo. Além de todo esse conjunto, existem nervos sensitivos e motores que proporcionam as sensações dedor, a percepção das mudanças de temperatura e dão a condição de realizar os diversos movimentos já citados acima, existe também o retináculo que envolve esse complexo e, finalmente, a fáscia plantar, completa a anatomia do pé. Toda essa estrutura sustenta o peso de todo o corpo, além de permitir a locomoção e servir de amortecedor de impactos entre o pé e o solo. NETTER, (2004); SILVA,(2003).


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    A fáscia é uma lâmina ou membrana de tecido conjuntivo que reveste cada músculo, órgão comfunção de proteção DÂNGELO, (2004). A inflamação da fáscia plantar ocorre por micro traumas de repetição na origem da tuberosidade medial do calcâneo. Forças de tração durante o apoio levam ao processo inflamatório que resulta em fibrose e degeneração. PERRIN, (2008).

    A fáscia plantar se origina na tuberosidade medial do calcâneo e se estende ao longo da sola do pé, inserindo-se nas estruturas ligamentares próximas às cabeças do metatarso, na porção anterior do pé, atuando como uma viga de sustentação para o arco longitudinal medial. HOPPENFELD, (2008).

    A fáscia plantar age como uma estrutura de suporte do arco longitudinal do pé e intervém no amortecimento do choque criado durante atividade nos pés. Quando ocorre a extensão das articulações metatarso falangianas, ocorre uma aproximação do calcâneo e da cabeça dos metatarsos devido a tensão colocada na fáscia plantar.SIZÍNIO et. al., (2003); CASONATO, (2005).


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    Fisiopatologia

    A fascite plantar é uma inflamação na fáscia plantar, uma faixa que reveste o músculo flexor curto dos dedos que se localiza na planta do pé, constituído de tecido fibroso e completamente inelástico. De origem traumática, a fáscia plantar tensiona e mantém a arcada óssea do pé estável. A sua dor é freqüentemente confundida como sendo esporão de calcâneo. Em geral, as funções da fáscia plantar são suporte do arco longitudinal e amortecer o choque entre o pé e aperna, sabendo-se que o impacto do pé com o solo é muito forte, pois, o corpotodo está sobre os pés. Durante a marcha, ao exercer movimentos inesperados, podem originar traumas na fáscia plantar, trauma este que pode se tornar em uma inflamação crônica, geralmente causando dores na planta do pé, denominada fascíte plantar. SILVA, (2003).

    A Fascite plantar é o problema mais comum da região posterior do pé em corredores, causador na face plantar do calcanhar e na face medial do pé. Dor geralmente intensifica após sentar e ao iniciar a marcha pela manhã ao acordar, pois oprimeiro apoio provoca um estiramento brusco da aponeurose, provocando assim a dor, mas cessa após 5-10 minutos de atividade, podendo voltar após repouso. À palpação encontra-se dor na fixação proximal da aponeurose a tuberosidade medial do calcâneo e na face medial do mesmo. A dor pode aumentar com a extensão passiva do hálux e pode exacerbar quando realiza dorsiflexão dotornozelo e/ou sustentação de peso. Se houver esporão de calcâneo da tuberosidade medial que é um processo ósseo anormal, ao caminhar, tende causar dor na região da face medial do pé. Durante o sono a inatividade dos músculosdorsiflexores posiciona o pé em equino, assim provocando o encurtamento dafáscia plantar. No exame físico verifica-se marcha antálgica sobre a face lateral do pé, pois a marcha com apoio sobre o calcâneo provocador. A palpação o ponto gatilho encontra-se na região medial e plantar da tuberosidade do calcâneo, onde está a origem da porção medial da fáscia plantar, e presença de pontos dolorosos na porção proximal do músculo gastrocnêmio medial. A distensão da fáscia pela manobra de dorsiflexão dos dedos reproduz os sintomas. MOORE, (2007); SIZÍNIO et. al., (2003).

    O quadro clínico é caracterizado por dor de início insidioso, principalmente no primeiroapoio matinal, mas apresentando uma melhora após período de atividade. Tem-seum diagnóstico mais específico através de ressonância magnética, pois identifica a extensão do processo inflamatório, as roturas parciais ou totais eo espessamento devido à cicatrização hipertrófica. A fascite plantar evolui por períodos de remissão e recidiva, porém a maioria dos pacientes melhoram em um período de 1 ano. SIZÍNIO et. al., (2003).

     

    Incidência

    Esta síndrome atinge cerca de 10% da população em pelo menos um momento da vida, e sua causa mais comum são de origem mecânica, envolvendo forças compressivas que ampliam o arco longitudinal do pé. Pois 60% do peso corporal estão distribuídos sobre o calcanhar, de 31 a 38% na região da cabeça dos metatarsos e somente cerca de 5% na região medial do pé. ZANON, (2006).

    Dados epidemiológicos apresentam a população feminina mais acometida na faixa etária do climatério e na obesidade, nos homens é mais comum nos esportistas, principalmenteos que praticam corrida. Quem apresenta pé cavo e pé plano, traumatismos de repetição associados à intensidade duração e frequência de atividade esportiva, sapatos gastos, pronação excessiva, rigidez do tendão de Aquiles, desequilíbrio da força muscular, biomecânica alterada são fatores predisponentes. SIZÍNIO et.al., (2003); CASONATO, (2005).

     

    Referencias Bibliográficas

    CASONATO, Oscar; POSER, Antonio. Reabilitação Integrada das Patologias do Tornozelo e doPé, revisão técnica Maria de Fátima Palmiere; Tradução Waldomiro Barbosa; Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

    DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo: Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2004.

    HOPPENFELD,S. Propedêutica Ortopédica – Coluna e Extremidade. Atheneu, São Paulo, 2008.

    MOORE, L.Keith; DALEY, F. Arthur. Anatomia Orientada para Clínica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara.

    NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 3a Edição 2004. Porto Alegre: Artmed.

    PERRIN,David H. Bandagens Funcionais e Órteses Esportivas, tradução de Denise Reginade Sales. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

    SANT’ANNA,R.B., Tratamento da fascite plantar bilateral pela técnica da crochetagem: Um estudo de caso. Rio de Janeiro, 2004.

    SILVA, M. C. Estudo do Ultrasom Aplicado no Esporão de Calcâneo. Medicina e Saúde, 2003.Disponível em:

    SIZÍNIO, Hebert; RENATO, Xavier; ARLINDO, Gomes Pardini Jr; TARCÍSIO E.P. de Barros Filho. Ortopedia e Traumatologia - Princípios e Prática. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.


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  • Pubalgia

    Por Thais Guimarães

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       Síndrome inflamatória dolorosa, caracterizada por dor na região púbica. Acometimento comum aos praticantes de exercício físico, como resultado do stress físico associado a movimentos corporais, compensatórios (chutes repetitivos e mudanças bruscas de direção de movimento). Entre as modalidades esportivas, destacam-se rúgbi, tênis e futebol.

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    Sousa et  al., em 2008 afirma que a pubalgia atinge 4 a 7% de todas lesões esportivas e 50%  dos jogadores de futebol.

    Fator primário: desequilíbrio muscular, fruto da falta de força de 3 cadeias musculares: glúteo, adutores e abdominais.

    Mecanismo de lesão: alterações rápidas de direção, movimentos repetidos de corrida associados a desequilíbrios musculares, traumas diretos, diferença de comprimento de membros inferiores, prática esportiva em pisos duros, uso de calçados inadequados e excesso de treino.

    Causa: dor na virilha é a distensão ou tensão exagerada da musculatura que envolve esta região, abrange os músculos: adutor longo, reto abdominal, iliopsoas, pectíneo e reto femural. Gera diminuição da flexibilidade dos músculos da região do quadril e pelve, assim como instabilidade de quadril e desequilíbrio muscular entre adutores e músculos do abdômen.  Na porção longa do adutor ocorre inflamação crônica ou lesão das fibras musculares, assim como no reto abdominal. A tensão nestes dois músculos desequilibra o quadril, pois o reto abdominal traciona o osso do quadril para cima, enquanto o adutor para baixo.

    Sintomas: A pubalgia muitas vezes é confundida com dores musculares, o que torna seu tratamento mais demorado. É de extrema importância um diagnóstico preciso ainda em fases iniciais, uma vez que diagnosticada precocemente, seu tratamento será mais efetivo.

    Diagnóstico: exame físico funcional e exames de imagem

    Tratamento: antiflamatório (orientado pelo médico), analgesia, diminuir processo inflamatório, aumento de resistência muscular, equilíbrio muscular e estabilidade do quadril e coluna.

    Em caso de atletas de alto nível, o condicionamento físico pode ser mantido com hidroginástica, deep-running, bike subaquática, mas não se devem praticar atividades de alto impacto.

     

    Referências Bibliográficas

    ALVES,L.C.; CAMARGO, M.C.S. Manual de avaliação do sistema músculo-esquelético em fisioterapia. Belo Horizonte: Coopmed, 2000

    AZEVEDO,D.C.; PIRES, F.O.; CARNEIRO, R.L. A pubalgia no jogador de Futebol. Rev.Bras.Med. Esporte, v.5, n.6, p.233-238, 1999

    COHEN, M.; ABDALLA, R.J.; EJNISMAN,B. et al. Lesões ortopédicas no futebol. Revista Brasileira de Ortopedia,v.32, n.12, p.940-944,1997

    MAGEE,D. J. Avaliação Musculoesquelética. 4.ed. São Paulo: Manole, 2005

    PEREIRA,R.L. Avaliação da cintura pélvica na pubalgia em atletas de futebol. Dez.2007.19f. Trabalho de conclusão de curso (monografia) Universidade da Amazônia – UNAMA, Belém –Pará, 2007. 



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