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Preventiva

  • Cafeína estímula a atividade física

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    Em busca de melhores rendimentos físicos e 'motivação', a cafeína é cada vez mais usada como um estimulante na pratica esportiva por atletas e pessoas comuns em academias.

    A cafeína é classificada como um estimulante do sistema nervoso central, sendo um dos mais consumidos e populares do mundo, pois é de fácil acesso. pode ser encontrada no café, chá preto, chá mate, bebidas a base de cola e guaraná, por exemplo.

    O especialista em nutrição esportiva, Tiago Costa, afirma que a cafeína é considerada de baixo risco para a saúde, além de ser responsável pela inibição da fadiga mental e desempenho físico. Porém o abuso da substância deve ser monitorado.

    - O excesso de cafeína causa agitação, ansiedade, dor de cabeça, insônia e também causa a contração das veias e artérias, o que dificulta a circulação sanguínea e acelera os batimentos.

    Para aqueles que a usam com o objetivo de atingir a excelência em esportes e alto rendimento, Tiago disse que a cafeína é incluída nos regulamentos de doping de todas as federações desportivas, devido o poder de dar aquele 'up' no corpo e na mente.

    - Para ser considerado doping, a dose deve ser a partir de 22 mcg/ml o que se consegue com quatro xícaras de café. Atletas estão sempre querendo atingir metas de alta performance e o corpo sofre grandes consequências devido o cansaço muscular e muitos se dopam e a usam para atingir resultados, mesmo indo contra as consequências que podem sofrer no corpo.

    Suplementos x 'in natura'

    Quanto ao consumo para fins de performance esportiva, há duas formas de ingestão de cafeína, uma em suplementos, onde já vem sintetizada, e na forma natural, em bebidas como chá e/ou café.

    A cafeína age diretamente no sistema nervoso e o uso prolongado causa mudanças de humor e mal estar.


    Na tabela abaixo observa-se a quantidade presente em algumas bebidas comuns encontradas no dia a dia de quem treina ou não.

                    

    (Foto: Editoria de Arte)

     

    Matéria publicada pelo site Globo Esporte

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  • Ovo: um alimento que oferece muitos benefícios à saúde



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    Segundo Jackeline Taglieta, nutricionista pela Universidade de São Paulo (USP), pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pela Unicsul, o ovo é um alimento muito rico em nutrientes. “Em destaque, proteínas, carotenoides (zeaxantina e luteína), colina, biotina, vitamina D, vitamina A, vitamina E e gorduras insaturadas. E além de ser ótimo em termos de nutrientes, é um alimento de custo acessível, muito mais barato que a carne, por exemplo”.

    Benefícios

    De acordo com a nutricionista, o ovo oferece diversos benefícios. Entre eles, destacam-se:

    - Confere saciedade e nutrição para os músculos devido ao seu teor proteico.

    - Pelo conteúdo de zeaxantina e luteína, protege os olhos contra degeneração causada por danos fotoprotetores.

    - É importante para a memória e o aprendizado, por conter colina – nutriente essencial para a formação do neurotransmissor acetilcolina responsável pelas funções cognitivas.

    - Favorece a saúde óssea e a regulação de praticamente todas funções metabólicas, pelo conteúdo de vitamina D, e também reforça a imunidade com a presença da vitamina A.

    - Em dietas de emagrecimento, o ovo é também uma ótima opção de alimento, pois, por conter proteína, ajuda na saciedade e logo, no controle do apetite.

    - O ovo confere proteção cardiovascular, por conter vitamina E, que é altamente antioxidante, e pelo seu perfil de gorduras insaturadas.

    Como consumi-lo?

    A nutricionista Jackeline explica que, de maneira geral (salvo contraindicações), pode-se consumir um a dois ovos de galinha diariamente. “Mas vale ressaltar que, quanto mais diversificada for a alimentação, melhor para o organismo”, diz.

    A melhor forma de consumir um ovo é nas versões cozida ou poché, em que não se usam óleos. O ovo não deve ser consumido frito, “pois a fritura descaracteriza os efeitos benéficos do alimento na saúde cardiovascular, aumentando, por si só, os riscos de aterosclerose e desequilíbrios no colesterol”, destaca a nutricionista.

    A profissional acrescenta ainda que o consumo de ovos crus não é recomendado pelo alto risco de contaminação por salmonela. “E a gema parcialmente mole somente deve ser consumida de ovos de procedência confiável”, diz.

    Jackeline lembra ainda que a casca do ovo deve sempre ser lavada antes de sua quebra, para retirar as sujidades, minimizando o risco de contaminação.

    Como os ovos devem ser armazenados em casa?

    Diferentemente do que, geralmente, estamos acostumados a fazer, o melhor local para armazenas os ovos é dentro da geladeira, no fundo das prateleiras, onde as temperaturas se conservam mais baixas. “Deixá-los na porta facilita a proliferação da salmonela, pois o produto sofre oscilações térmicas com o abrir e fechar da geladeira, facilitando a multiplicação das bactérias presentes nos ovos”, destaca a nutricionista Jackeline.

    Contraindicações

    Jackeline Taglieta explica que ovo contém proteínas alergênicas. “Pessoas alérgicas de um modo geral (como asmáticos e em alguns casos de alergias de pele), não devem fazer uso diário deste alimento. E pessoas com alergia específica a ovos, não devem ingeri-los até que o problema tenha sido revertido.

    “Além disso, pessoas com dieta controlada em proteínas, como as com doenças renais, devem ter ingestão bastante controlada”, acrescenta a nutricionista.

    O consumo excessivo de ovos pode gerar problemas à saúde?

    Embora ofereça todos os benefícios citados à saúde, os ovos não devem ser consumidos em excesso.

    “Assim como outros alimentos, qualquer excesso deve ser evitado. No caso do ovo, o consumo além do recomendado pode levar ao desenvolvimento de uma hipersensibilidade alimentar ao produto. E, por se tratar de um alimento proteico, o excesso pode levar a um sobrecarga renal dependendo da quantidade ingerida das demais fontes de proteínas na alimentação”, destaca a nutricionista Jackeline.


    Matéria publicada pelo site Cidade Verde

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